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Desempenho nacional, a produção e o consumo de queijos em Minas Gerais cresceu a um ritmo de 8% ao ano

14, novembro, 2014

Em conformidade com o desempenho nacional, a produção e o consumo de queijos em Minas Gerais cresceu a um ritmo de 8% ao ano nos últimos cinco anos. A variedade de tipos e preços do produto disponíveis no mercado e, especialmente, o aumento da renda da
população no período alavancaram o setor. O crescimento, no entanto, ainda está vinculado ao queijo industrializado e não ao artesanal.
O diretor-executivo do Sindicato das Indústrias de Laticínios de Minas Gerais (Silemg), Celso Costa Moreira, destaca que o setor tem crescido
de forma uniforme no Estado nos últimos cinco anos. "Porém, este crescimento de produção e consumo está relacionado à indústria, e não ao queijo artesanal", pondera.

Moreira explica que a instrução normativa do governo federal, assinada em agosto do ano passado e que permite que o queijo minas artesanal produzido aqui seja comercializado legalmente em outros estados da União e não só em Minas Gerais, como acontecia até então -
não foi suficiente para alavancar a comercialização e o consumo desse tipo de queijo.

"O sucesso dessa medida ainda é inicial, porque o produtor tem que cumprir algumas normas para se enquadrar na normativa, e esse processo é um pouco mais lento do que gostaríamos", detalha. Por outro lado, o queijo industrializado oferece várias opções de escolha em relação ao paladar, tipo e preços, o que colabora para aumentar o consumo.

"O sucesso dessa medida ainda é inicial, porque o produtor tem que cumprir algumas normas para se enquadrar na normativa, e esse processo é um pouco mais lento do que gostaríamos", detalha. Por outro lado, o queijo industrializado oferece várias opções de escolha em relação ao paladar, tipo e preços, o que colabora para aumentar o consumo do derivado do leite, na avaliação de Moreira.

"Na linha de laticínios, o queijo vem crescendo de forma sustentada nos últimos anos e acredito que o principal motivo disso foi o aumento da renda da população no período", acrescenta. De acordo com dados da Associação Brasileira das Indústria de Queijo (Abiq), o consumo de queijo passou de 3,5 quilos per capita em 2008 para 5 quilos atualmente.

Além disso, levando-se em conta o aumento da população e o crescimento médio de 6% na produção de queijos, a entidade projeta um consumo próximo de 7,3 quilos de queijo por habitante em 2020, o que representa uma evolução de 46% frente à quantidade atual de 5 quilos
por pessoa em todo o país.

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