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Para ampliar produção de leite, Oeste em Desenvolvimento quer criar rede de assistência técnica

30, novembro, 2015

Um quarto da produção de leite do Paraná vem da região Oeste. Esta produção de um bilhão de litros de leite ao ano, no entanto, poderia ser aumentada em quatro vezes se os produtores contassem com melhor assistência técnica. É o que pensam os participantes do Programa Oeste em Desenvolvimento que, na semana passada, realizou uma série de encontros para planejar o triênio 2016‐2018 nas quatro cadeias produtivas da região: frango, leite, suíno e pescado. As reuniões aconteceram no Sesi/Senai de Cascavel.

A ideia é reunir um grupo de técnicos das entidades especializadas em pesquisa leiteira no Paraná como Emater e Iapar para visitar e acompanhar periodicamente o trabalho nas fazendas da região”, explicou Jonhey Nazário Lucizani, representante do PTI, no Oeste em Desenvolvimento. Outra proposta é estabelecer um protocolo de atendimento com metodologias adequadas para o manejo e articular a liberação de créditos especiais para a compra de equipamentos.

Agricultura familiar

A principal característica da produção de leite na Região Oeste do Paraná, e em todo País, é que ela não representa o negócio principal nas fazendas. Quase a totalidade provém da agricultura familiar e funciona como uma espécie de renda mensal para agricultores que recebem o lucro de suas plantações, soja, por exemplo, apenas na época da colheita. Assim, não há investimento na produção de leite.

Segundo o veterinário Eduardo Portugal, coordenador da Câmara do Leite no Programa, ampliar qualidade e produtividade do leite na região necessita de ações simples – melhorar a dieta da vaca com pastagens adequadas, por exemplo, até investimentos maiores como melhorar o sistema de transporte e adquirir equipamentos para a coleta e ordenhadeiras.

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