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Na Argentina, clima e preços internacionais diminuem as exportações de leite

20, janeiro, 2017

Em meio aos problemas climáticos que a produção leiteira da Argentina enfrentou no último mês de abril, com 20 dias de chuvas que ocasionaram em perdas nas principais granjas leiteiras de Santa Fe e Córdoba, somado a um mercado internacional que não terminou de recuperar-se das baixas de preços dos últimos dois anos, nos primeiros dez meses de 2016 o país registrou uma forte baixa das exportações do setor.
Em meio aos problemas climáticos que a produção leiteira da Argentina enfrentou no último mês de abril, com 20 dias de chuvas que ocasionaram em perdas nas principais granjas leiteiras de Santa Fe e Córdoba, somado a um mercado internacional que não terminou de recuperar-se das baixas de preços dos últimos dois anos, nos primeiros dez meses de 2016 o país registrou uma forte baixa das exportações do setor.
Segundo dados do Serviço Nacional de Sanidade e Qualidade Agroalimentar (Senasa), entre janeiro e outubro as vendas ao exterior de leite em pó caíram 21%, as vendas de queijo retrocederam 3% e as vendas de “outros produtos lácteos” diminuiram 12%.
Para o Centro da Indústria Leiteira (CIL), que agrupa as principais empresas do setor, a baixa no volume exportado para o mix de produtos ronda os 9%. O rendimento também ficou 21% abaixo, em US$960 milhões.
No leite em pó, especificamente, a queda se deve à diminuição das vendas para a Venezuela, de 65.290 para 16.395 milhões de toneladas. De primeiro exportador, o país passou ao terceiro posto. As exportações para o Brasil, por outro lado, tiveram um aumento de 26%, de 30.901 para 38.876 toneladas. O Brasil, agora, é o principal destino do leite em pó Argentino.

Os números do setor

Foi de 960 milhões de dólares a entrada total de dinheiro relativo às exportações de produtos lácteos nos primeiros dez meses do ano, uma baixa de 21% em relação ao mesmo período do ano pasado; nove porcento é a queda interanual da produção de leite na Argentina, comparando outubro de 2016 com outubro de 2015, de acordo com o Ministério da Agroindústria do país. A produção foi afetada por diversas contingências climáticas

Fonte: http://www.noticiasagricolas.com.br, Jan 2016

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