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Leite/América do Sul

23, janeiro, 2019

Na Argentina, as chuvas fortes mantiveram a umidade adequada para o crescimento adequado do milho e da soja. No entanto, essas condições úmidas prejudicaram as vacas leiteiras. Em alguns casos, o solo em algumas fazendas continua barrento, exigindo esforço maior de limpeza e higiene na hora da ordenha. Ainda assim, a oferta de leite e creme continua adequada às necessidades da indústria. No dia 17 de dezembro o Governo da Argentina começou a operar o mercado futuro de leite cru, a ser utilizado como ferramenta para minimizar o risco econômico gerado pela volatilidade dos preços. O Mercado de futuro é comum na Argentina para grãos e carne bovina, mas, esta é a primeira vez que esse tipo de mercado é utilizado para laticínios. Os contratos futuros de leite são de 5.000 litros e podem ter o preço em dólar norte-americano ou em pesos argentinos. O mercado de manteiga está firme, atendendo às demandas das indústrias de sorvete/sobremesas lácteas. O interesse por outros produtos lácteos como queijo mussarela se mantém estável.
 
No Brasil embora o clima tenha sido misto nas duas últimas semanas, as condições são adequadas para o desenvolvimento de culturas de verão, como soja e milho. No acumulado do ano, a produção em 2018 está menor do que a de 2017, principalmente devido ao impacto direto da greve dos caminhoneiros no meio do ano. Entretanto, neste momento, o país está no pico da temporada e a produção de leite deverá continuar a crescer ao longo de 2019.
 
A oferta de leite e creme é suficiente para atender a maioria das necessidades de processamento. Grandes volumes de matéria prima estão sendo dirigidos para a produção de queijo, enquanto diversas outras plantas continuam elaborando cremes e produzindo leite condensado.
 
 

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