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Dificuldade de Produção na Argentina

23, julho, 2019

O boletim do engenheiro Marcos Snyder publicado no portal Dairylando destaca que “na média dos quatro últimos anos (2015-2018), o mês de junho cresceu 7,15% sobre maio, e este ano de 2019, com o preço 34% maior em moeda corrente, cresceu 6,35%, ou seja, a um ritmo menor”.
Snyder destaca que “possivelmente esta diferença se deve a um menor número de vacas em ordenha”.
 
No acumulado de janeiro a junho de 2019 houve queda de 5,8% no volume de leite captado pelas indústrias, em comparação com igual período de 2018. “Isto deixa algumas interrogações a respeito do desempenho nos próximos meses, e possivelmente a recuperação será menor do que a esperada”, disse o analista.
 
Uma consulta de TodoAgro aos participantes do primeiro encontro Tour Lechero, que foi realizado no dia 17 de julho, apurou que a produção de leite em julho está crescendo entre 6% e 10% em relação ao mês anterior. Por outro lado, o relatório do portal Valor Soja indica que “o déficit de oferta de leite atual no mercado argentino combinado com uma progressiva valorização da moeda local impulsionou de maneira notável o poder de compra das empresas de laticínios argentinas”.
 
Em junho passado o preço médio ponderado do leite pago ao produtor de leite argentino a nível nacional por 341 grandes, médias e pequenas indústrias foi de 15,15 pesos por litro, uma cifra equivalente a US$ 0,34/litro, considerando a cotação média do dólar publicada pelo Banco Central (BCRA).
 
“Trata-se de um valor 6,7% mais elevado do que o registrado em maio deste ano (US$ 0,32/litro) e 36% superior a junho do ano passado (US$ 0,25/litro), segundo dados publicados pelo Departamento Nacional de Lácteos com base nos pagamentos declarados”, diz o Valor Soja.

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