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Produção de leite fica estável em Minas Gerais

24, novembro, 2011

A produção de leite em Minas deverá encerrar 2011com um total de 7,8 bilhões de litros, volume que ficará entre a estabilidade e um crescimento de apenas 2% sobre o montante gerado no ano passado.

A produção de leite em Minas deverá encerrar 2011com um total de 7,8 bilhões de litros, volume que ficará entre a estabilidade e um crescimento de apenas 2% sobre o montante gerado no ano passado. A estagnação é atribuída ao comprometimento da renda dos produtores e às constantes oscilações nos valores pagos pelo leite, o que reduz a confiança dos pecuaristas em investir na expansão da produção. Mesmo mantendo o volume produzido, 2011 vem sendo considerado positivo para o setor no Estado, principalmente devido à implantação de medidas tributárias de proteção ao setor leiteiro, que beneficiaram significativamente as indústrias. De acordo com o presidente do Sindicato da Indústria de Laticínios do Estado de Minas Gerais (Silemg), Guilherme Olinto Abreu Lima Resende, as medidas adotadas pelo governo estadual foram fundamentais para estimular os investimentos na ampliação, modernização e instalação de novos laticínios no Estado. "Com a modificação da tributação os laticínios instalados em Minas conseguiram competir de forma equivalente aos localizados, principalmente, em São Paulo e Rio de Janeiro. Além disso, reduzimos a exportação de leite in natura para ser processado em outros estados e passamos a agregar valor dentro de Minas. Estas ações são fundamentais para estimular a retomada de investimentos no setor", diz Resende. Ainda segundo Resende, as medidas serviram para garantir e ampliar a competitividade dos produtos lácteos mineiros, uma vez que o leite in natura e os derivados produzidos em outros estados passaram a ser tributados. Segundo as informações do Silemg, tanto o leite in natura como os derivados que eram isentos da tributação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) passaram a ser taxados em 12% no caso do leite e em 18% no caso de derivados. O leite pasteurizado, longa vida e os derivados produzidos em Minas e comercializados no varejo continuaram isentos do imposto.
Fonte: Portalácteo, 24 de novembro de 2011, Diário do Comércio de Minas Gerais

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